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Histórico de surtos de patógenos respiratórios

DATA DE PUBLICAÇÃO: 03.07.2024

O Instituto Todos pela Saúde (ITpS) realiza desde janeiro/fevereiro de 2022 o monitoramento de patógenos respiratórios em circulação no Brasil. Para isso, semanalmente o ITpS coleta, integra e analisa resultados de testes diagnósticos feitos pelos laboratórios Dasa, DB Molecular, Fleury, Hilab, HLAGyn, Hospital Israelita Albert Einstein e Sabin. Desde o início da parceria já foram analisados mais de 4 milhões de resultados. Nesta página, apresentamos resultados de nossas análises com base em dados coletados desde o início de 2022. Atualizações desta análise são feitas semanalmente, sempre que os dados mais recentes são recebidos.


1. Cenário epidemiológico dos vírus SARS-CoV-2, Influenza A, Influenza B e VSR


No gráfico a seguir estão os percentuais de exames positivos (positividade) para os quatro vírus respiratórios de importância para a saúde pública. A positividade de exames tem sido um indicador sensível que indica de maneira oportuna o início de surtos causados por estes e outros patógenos. Neste gráfico, linhas ascendentes indicam o início dos surtos pelo país. Os momentos de ápice de positividade coincidem com períodos de maior incidência dos patógenos. Já linhas com tendência descendência indicam o arrefecimento dos surtos.


-------01_Resp_line_posrate_panel4_week_country-------




Para fins de comparação entre os principais vírus respiratórios circulantes, os próximos dois gráficos consideram somente resultados positivos de painéis virais, isto é, exames que conseguem detectar simultaneamente os vírus SARS-CoV-2, Influenza A, Influenza B e VSR.


Abaixo vemos os números absolutos de exames positivos por vírus, por semana epidemiológica. Interaja com o gráfico clicando sobre os retângulos coloridos na legenda para incluir ou remover dados de vírus específicos.


-------02a_Resp_bar_pos_panel4_week_country-------




Abaixo vemos dados do mesmo gráfico acima, porém salientando os percentuais de exames positivos por vírus. Nessa visualização, temos uma noção da prevalência (frequência) de cada um dos vírus circulantes.


-------02b_Resp_bar_pos_relat_panel4_week_country-------




2. Taxas de positividade de testes por estados e faixas etárias


Com os resultados dos testes é possíve rastrear a positividade dos testes de covid-19 por estados e faixas etárias, como mostram os dois gráficos a seguir. Espaços em branco indicam que não houve dados suficientes para a análise.


Ênfase em unidades federativas.


-------03_SC2_heat_posrate_week_state------- 




Ênfase em faixas etárias.


-------04_SC2_heat_posrate_agegroups_week_country-------




Abaixo, os números mostram a evolução das infecções por Influenza A (gripe): 


-------05_FLUA_heat_posrate_agegroups_week_country-------




3. Cenário epidemiológico de outros patógenos respiratórios


Além dos vírus citados acima, alguns testes que analisamos detectam simultaneamente um outro conjunto de vírus nas amostras – Rinovírus, Enterovírus, Metapneumovírus, Vírus Parainfluenza, Bocavírus, Coronavírus sazonais e Adenovírus –, além de bactérias como Bordetella, Mycoplasma e Chlamydophila.


A seguir estão as taxas de positividade de patógenos identificados por testes de painel de amplo espectro: 


-------06_Resp_line_posrate_panel_week_country-------




Esses testes, menos frequentes, são avaliados de forma isolada para uma melhor comparação. Como muitos desses patógenos afetam crianças, esses painéis amplos são frequentemente mais solicitados no grupo de 0 a 4 anos.


Aqui estão os números absolutos de testes positivos para outros patógenos: 


-------07a_Resp_bar_pos_panel_week_country-------




Aqui estão os números percentuais de testes positivos para outros patógenos: 


-------07b_Resp_bar_pos_relat_panel_week_country-------




O gráfico abaixo mostra o número de testes positivos e negativos, por semana epidemiológica, considerando a somatória de todos os patógenos analisados:


-------08_Resp_line_bar_posrate_posneg_week_country-------




O ITpS agradece aos laboratórios parceiros, Sabin, HLAGyn, Hilab, Hospital Israelita Albert Einstein, Fleury, DB Molecular e Dasa, que gentilmente nos forneceram dados de diagnósticos moleculares (RT-PCR, Flow Chip e antígeno) para compreendermos o atual cenário epidemiológico.

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