Cenário epidemiológico | Influenza A | Influenza B | SARS-CoV-2 | VSR | Outros patógenos | Mensagens finais
A circulação de vírus respiratórios continua exigindo atenção. Na Semana Epidemiológica (SE) 24 (encerrada em 20/6), a última analisada, o influenza B apresentou a maior taxa de positividade entre os principais vírus respiratórios, alcançando 17%. No mesmo período, a positividade do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) recuou de 16% para 14%, enquanto o influenza A manteve a taxa de testes positivos em 9%. Já o SARS-CoV-2 permaneceu com taxas de positividade inferiores a 2%.
As análises são do Instituto Todos pela Saúde (ITpS), com dados de exames feitos até 20/06/2026 pelos laboratórios parceiros Dasa, DB Molecular, Fleury, Hermes Pardini, Hilab, HLAGyn, Einstein Hospital Israelita, Sabin e Target. Desde dezembro de 2021, o ITpS já analisou 6.300.356 resultados de exames que detectam diferentes patógenos respiratórios.
De maneira geral, o gráfico a seguir evidencia a redução do volume de testes realizados e da positividade para vírus respiratórios, apesar de alguns vírus estarem ainda com alta taxa de positividade. Entre os exames analisados, 10% apresentaram resultado positivo para algum patógeno respiratório (linha amarela abaixo).
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As séries temporais abaixo informam os percentuais de exames positivos (positividade) para os vírus de maior relevância em saúde pública. No gráfico, as linhas ascendentes ao longo de semanas indicam surtos pelo país e as descendentes, o arrefecimento.
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Para fins de comparação entre os principais patógenos respiratórios circulantes, os quatro próximos gráficos consideram somente resultados de painéis virais, que são exames capazes de detectar simultaneamente os vírus SARS-CoV-2, influenza A, influenza B e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
Abaixo estão os números absolutos de exames positivos por vírus, de acordo com a semana epidemiológica. É possível interagir com o gráfico passando o cursor do mouse sobre os elementos para obter informações adicionais ou clicando sobre os retângulos coloridos na legenda para incluir ou remover dados de vírus específicos.
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Observa-se crescimento de casos positivos para VSR e influenza B desde o início de março deste ano, sugerindo intensificação da circulação desses agentes. Por outro lado, no mesmo período, o SARS-CoV-2 apresentou tendência de queda, com redução progressiva dos registros ao longo da série analisada.
A seguir, é possível observar os mesmos dados apresentados acima, mas com destaque para os percentuais de exames positivos relativos a cada vírus. Nessa visualização está a frequência de cada um dos vírus circulantes.
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Na Semana Epidemiológica (SE) 24, a última semana analisada (encerrada em 20/6), entre os exames positivos resultados de um exame de painel viral, que detecta os quatro principais vírus respiratórios, houve predominância de influenza B (40%), seguido por VSR (37%), influenza A (22%) e SARS-CoV-2 (1%).
O VSR permanece como o vírus mais frequente na faixa etária de 0 a 4 anos, detectado em 66% das infecções respiratórias na última semana analisada. Destaca-se também a circulação de influenza B, acometendo principalmente as faixas etárias de 5 a 9 anos e de 10 a 19 anos, correspondendo a 83% e 65% das infecções, respectivamente.
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Embora ainda não haja um padrão sazonal definido para surtos de covid-19 no Brasil, a positividade apresentou oscilações similares nos últimos dois anos. Em 2025, ocorreram dois picos: o primeiro na Semana Epidemiológica (SE) 7 (encerrada em 15/2), com 24%, e o segundo na SE 35 (encerrada em 30/8), com 16%. Em 2026, após atingir um pico de 11% na SE 6 (encerrada em 14/2), a positividade registrou queda, alcançando 1,7% na SE 24 (encerrada em 20/6), a última analisada, mantendo o cenário de baixa circulação observado recentemente.
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Para os gráficos abaixo foram utilizadas duas fontes de dados: exames de laboratórios parceiros e dados de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe). Os dados públicos de Srag foram coletados em 20/6 no OpenDataSUS.
É possível observar a seguir uma série temporal do número bruto de casos de Srag causados por SARS-CoV-2 comparada com a positividade para o vírus. O percentual de positividade calculado com dados de laboratórios parceiros tem se mostrado um indicador estratégico e oportuno por revelar com antecipação o início de surtos virais.
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Com base em mais de quatro anos de análises, é possível afirmar que a positividade indica com mais rapidez aumentos nas infecções, que, após algumas semanas, resultam em aumentos de casos graves pelo país.
Nota-se, nas últimas semanas, a redução da positividade e por consequência da circulação de SARS-CoV-2 na maioria das faixas etárias, representadas pela transição dos tons de azul claro para azul escuro.
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No gráfico abaixo, é possível observar que, de maneira geral, as Unidades Federativas acompanham o cenário de baixa positividade para SARS-CoV-2. Todos os estados, com dados disponíveis, apresentaram taxas abaixo de 2% na SE 24.
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Até 2019, as infecções pelo influenza A e outros vírus respiratórios no Brasil se concentravam, principalmente, no inverno, entre junho e setembro, como mostram os dados históricos da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). No entanto, com o isolamento imposto pela pandemia de covid-19, esse padrão se modificou nos últimos anos.
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Em 2025, foram observados dois picos de positividade para esse vírus. O primeiro ocorreu na Semana Epidemiológica (SE) 20 (encerrada em 17/5), quando a positividade atingiu 31%. O segundo foi registrado na SE 45, (encerrada em 8/11), com 23%. Já em 2026, a maior positividade, até o momento, ocorreu na SE 13 (encerrada em 4/4), com 19%. Atualmente, na última semana analisada, a SE 24 (encerrada em 20/6), a positividade é de 9%.
O gráfico a seguir mostra uma comparação entre os dados dos nossos parceiros, representados pela linha azul escura, com os dados públicos de casos graves (Srag) derivados de infecções por influenza A entre 2022 e 2026, representados pelas barras coloridas. Observa-se que, em ambos os cenários, as tendências são similares, porém a positividade é o primeiro indicador a sofrer alteração se comparado com os dados brutos de Srag. Os dados públicos de Srag foram coletados em 20/6 no OpenDataSUS.
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No gráfico abaixo observa-se a concentração de testes positivos entre pessoas de 5 a 19 anos, evidenciado pelos tons mais quentes no gráfico. Na SE 24, as faixas etárias mais acometidas pelo vírus foram a de 20 a 29 anos, com 13% de positividade, a de 5 a 9, com 12%, e a de 10 a 19, com 11%.
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O mapa a seguir apresenta os casos acumulados desde fevereiro de 2026, ajustados pela população para uma proporção de 100 mil habitantes. Conforme os dados obtidos dos laboratórios parceiros, as Unidades Federativas (UFs) que registraram o maior número de exames positivos a partir de 8/2/2026 são: São Paulo (18,7), Santa Catarina (12,5), Distrito Federal (6,4), e Goiás (4,4).
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O influenza B tem circulado de forma contínua nos últimos anos, ainda que com baixa positividade em alguns períodos (<1%). No entanto, em 2024, entre a Semana Epidemiológica (SE) 21 (encerrada em 25/5) e a SE 39 (encerrada em 28/9), o percentual de exames positivos aumentou de 0,5% para 21% – o maior dos últimos três anos. Em 2025, o maior percentual de testes positivos foi 4%, observado em dois momentos: na SE 2 (encerrada em 11/1) e na SE 51 (encerrada em 20/12).
Já em 2026, na SE 24, a última analisada (encerrada em 20/6), a taxa de testes positivos atingiu 17%, o maior percentual do ano até o momento. Esse crescimento entre os meses de março e junho é incomum quando comparado com os últimos quatro anos e reforça a ausência de um padrão sazonal bem definido para esse vírus.
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Nos últimos anos, o vírus do tipo B, assim como o influenza A, causou surtos em períodos incomuns, como no verão de 2023 e na primavera de 2024. Esses desvios de sazonalidade resultam em uma maior imprevisibilidade dos surtos, fato que torna o cenário epidemiológico mais desafiador para o planejamento das campanhas de vacinação.
O gráfico a seguir mostra dados dos nossos parceiros, representados pela linha azul, com os dados públicos de casos graves (Srag) derivados de infecções por influenza B entre 2022 e 2026, representados abaixo pelas barras coloridas. Observa-se que, em ambos os cenários, as tendências são similares, porém a positividade é o primeiro indicador a sofrer alteração se comparado com os dados brutos de Srag.
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Em 2025, os picos de positividade (acima de 5%) entre as diferentes faixas etárias ocorreram no início do ano nos meses de janeiro e fevereiro e no fim do ano, em novembro e dezembro. Em 2026, na SE 24, as faixas etárias mais afetadas foram a de 5 a 9 anos, com 37% de positividade, e a 10 a 19 anos, com 33%.
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O mapa a seguir ilustra a distribuição dos exames positivos para o vírus influenza B em estados e municípios brasileiros. Os números mostrados são cumulativos desde 1/3/2026, quando os dados apontaram o início do aumento da positividade. O número de positivos está normalizado em proporção a 100 mil habitantes de unidades federativas e municípios.
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De acordo com os dados dos laboratórios parceiros, as Unidades Federativas (UFs) que apresentaram o maior número de exames positivos para influenza B por 100 mil habitantes, cumulativamente, foram: São Paulo (11,4), Distrito Federal (8,1), Goiás (3,4) e Paraná (3,3).
De acordo com os dados gerados a partir do sequenciamento do vírus influenza B amostrados entre abril de 2025 e março de 2026 pelo laboratório parceiro Sabin e os laboratórios da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é possível observar a circulação concomitante de diferentes linhagens desde janeiro de 2025, com destaque para os clados C.3 (C.3, C.3.1) e C.5 (C.5.1, C.5.6, C.5.6.1 e C.5.7).
A distribuição dessas linhagens ocorre de forma heterogênea pelo país: no Amazonas, na região Norte, nota-se um domínio quase exclusivo do grupo C.5, especialmente as sublinhagens C.5.6 e C.5.6.1. Na Bahia, região Nordeste, também há predomínio do grupo C.5, com destaque para a linhagem C.5.6.1. Já em Goiás e Distrito Federal, na região Centro-Oeste, observa-se uma mistura de linhagens, mas com forte presença do subgrupo C.5.6. Já no Sudeste (São Paulo e Rio de Janeiro), as linhagens do grupo C.3, incluindo a C.3.1, aparecem com maior representatividade em comparação ao Norte, dividindo o cenário epidemiológico com as variantes do grupo C.5.
-------FluB H1N1 HA-------Linhagens do influenza B (HA) circulantes no Brasil entre 2025 e 2026![]()
Essas análises revelam um padrão diversificado de disseminação no território nacional e podem, futuramente, subsidiar estratégias de resposta em saúde pública, como a atualização da composição das vacinas antigripais. Ressalta-se, contudo, que os dados genômicos disponíveis ainda são limitados geograficamente e não permitem conclusões definitivas sobre todo o território, motivo pelo qual seguimos buscando ampliar a disponibilidade e a representatividade geográfica dos dados de patógenos. Se quiser saber mais sobre esses genomas, clique aqui.
1.4 Dinâmica do Vírus Sincicial Respiratório (VSR)
Entre os vírus respiratórios analisados pelo ITpS, o VSR foi o único que apresentou uma dinâmica mais sazonal, embora destoe do padrão recorrente, que, até 2019, se dava no inverno. Em 2025, atingiu 22% de positividade na Semana Epidemiológica (SE) 17 (encerrada em 26/4), a maior dos últimos três anos para o período.
Em 2026, a positividade para VSR começou a apresentar crescimento a partir da SE 4 (encerrada em 31/1). Desde então, observa-se tendência de aumento, apesar de uma pequena queda, atingindo 14% na última semana analisada, a SE 24 (encerrada em 20/6).
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O gráfico a seguir mostra a positividade para o VSR em comparação aos casos graves de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) causados pelo mesmo vírus. As curvas de ambas as variáveis seguiram tendências muito similares, sendo que a positividade cresceu de forma antecipada em relação a aumentos visíveis de casos de Srag.
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O mapa a seguir apresenta os casos acumulados desde janeiro de 2026, ajustados pela população para uma proporção de 100 mil habitantes. Conforme os dados obtidos dos laboratórios parceiros, as Unidades Federativas (UFs) que registraram o maior número de exames positivos a partir de 25/1/2026 são: Goiás (6,2), São Paulo (2,7), Distrito Federal (2,3) e Espírito Santo (1,0).
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Como qualquer vírus em circulação, o VSR também sofre mutações à medida que infecta seus hospedeiros. Variantes surgem e algumas delas podem ter propriedades diferenciadas, ou seja, ser mais transmissíveis, mais evasivas a vacinas, etc.
Abaixo, é possível observar as linhagens de VSR que circulam com maior frequência desde janeiro de 2025, de acordo com os dados genômicos disponíveis, gerados a partir de sequenciamento dos vírus, oriundos de quatro estados (DF, GO, MT, AM), pelos parceiros Sabin, Fiocruz-AM, Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Ao observar a imagem abaixo podemos perceber que temos a circulação concomitante do VSR-A e VSR-B, com distribuição de linhagens heterogêneas. Para VSR-A, as linhagens A.D.1.6 e A.D.3.3 ocorrem no Rio de Janeiro, enquanto as linhagens A.D.3.7 e A.D.5.3 circulam no Distrito Federal.
-------Nextstrain VSR A-------Linhagens do VSR - A circulantes no Brasil entre 2025 e 2026![]()
Já para RSV-B, as linhagens B.D.E.1, B.D.E.1.1 e B.D.E.1.2 dominam o Centro-Oeste e Sudeste do país, enquanto na região Norte aparecem em menor proporção, quando comparadas à linhagem B.D.4.1.1. Essas análises revelam um padrão heterogêneo de disseminação de linhagens de VSR no território nacional e podem futuramente subsidiar estratégias de resposta em saúde pública.
-------Nextstrain VSR B-------Linhagens do VSR - B circulantes no Brasil entre 2025 e 2026![]()
Os dados genômicos disponíveis são limitados geograficamente e não nos permite tirar conclusões. Seguimos buscando ampliar a disponibilidade de dados genômicos de patógenos, com representatividade geográfica. Os genomas de VSR incluídos nestas análises estão disponíveis no banco de dados Pathoplexus (SeqSet: PP_SS_1750.2).
2. Cenário epidemiológico de outros patógenos respiratórios
Além dos quatro patógenos citados, alguns testes detectam simultaneamente um outro conjunto de vírus nas amostras – rinovírus, enterovírus, metapneumovírus, vírus parainfluenza, bocavírus, coronavírus sazonais e adenovírus –, além de bactérias dos gêneros Bordetella, Mycoplasma e Chlamydophila.
Dentre os patógenos identificados nesse tipo de exame mais amplo na SE 24, a última analisada (encerrada em 20/6), as maiores positividades foram registradas para: rinovírus (33%), coronavírus sazonais (4%), vírus parainfluenza (4%), adenovírus (2%), bactérias (1%), metapneumovírus (1%).
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Menos frequentes, esses exames também detectam os quatro principais vírus citados na seção 1, também apresentados aqui em caráter comparativo de frequência.
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Entre os exames positivos, o rinovírus foi o mais presente com 41% na SE 24. Em ordem de frequência, neste mesmo período, as outras infecções foram causadas por influenza B (16%), vírus sincicial respiratório (14%), influenza A (8%), coronavírus sazonais (5%), vírus parainfluenza (5%), adenovírus (3%), SARS-CoV-2 (3%), enterovírus (2%), bocavírus (2%), bactérias (2%) e metapneumovírus (1%).
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Como muitos desses patógenos impactam a saúde de crianças, esses exames de painel amplo são de duas a três vezes mais usados na faixa etária de 0 a 4 anos. Por essa razão, observa-se uma concentração maior de exames positivos.
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Na SE 24 (encerrada em 20/6), a última analisada, houve predominância de infecções por rinovírus (35%), VSR (20%), vírus parainfluenza (10%) e influenza A (10%), considerando exames de painel mais amplos, que dão um panorama mais preciso do que circula entre crianças de 0 a 4 anos.
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3. Mensagens finais
Atenção aos sintomas respiratórios. O influenza B e o VSR continuam sendo os vírus respiratórios mais frequentemente identificados entre os testes positivos. Além deles há o influenza A, que continua circulando e afetando a saúde dos mais vulneráveis. O Programa Nacional de Imunizações (PNI), com mais de meio século de sucesso, disponibiliza vacinas que reduzem as chances de casos graves e hospitalizações por covid-19, gripe e por infecções pelo VSR. Vacine-se!
O ITpS agradece aos laboratórios parceiros Dasa, DB Molecular, Fleury, Hermes Pardini, Hilab, HLAGyn, Einstein Hospital Israelista, Sabin e Target, que, semanalmente, nos forneceram dados de exames diagnósticos (RT-PCR, Flow Chip e antígeno) para a compreensão do atual cenário epidemiológico.
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