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quem somos

O Instituto Todos pela Saúde (ITpS) é uma entidade sem fins lucrativos criada em fevereiro de 2021 com o objetivo de colaborar para o desenvolvimento de um sistema de vigilância epidemiológica e ajudar o Brasil a se preparar para o enfrentamento de futuros surtos, epidemias e pandemias, como a do novo coronavírus (SARS-CoV-2). O ITpS quer articular redes para a obtenção de informações científicas relevantes que ajudem o país na tomada de decisões de saúde pública.

Para se ter uma ideia da fragilidade do nosso sistema de vigilância epidemiológica, a variante gama do novo coronavírus (P1 ou cepa de Manaus) foi sequenciada e identificada pelo Brasil três meses depois do início de sua circulação em solo brasileiro e no mesmo momento que o Japão. Em 2015, quando o país enfrentou a epidemia do zika vírus, foram necessários 18 meses para que o sistema de vigilância apontasse que não se tratava de dengue, o que dificultou o combate e fez aumentar o número de pessoas afetadas.

Uma das razões para a fragilidade é a baixa capacidade de sequenciamento genético no Brasil e a falta de um banco de dados que centralize as amostras e os resultados. Para contribuir com a vigilância epidemiológica e, em especial, a genômica, o ITpS trabalhará com a análise de grandes volumes de dados (big data) e apoiará a formação de recursos humanos.

O trabalho é realizado em parceria com importantes instituições, fortalecendo a ciência brasileira por meio do convite a grupos de pesquisa para o trabalho em rede. O conselho administrativo e o comitê científico do ITpS atuam em conjunto para propor e apoiar pesquisas científicas relevantes para a sociedade.

O ITpS iniciou os trabalhos com um aporte de R$ 200 milhões feito com recursos da iniciativa Todos pela Saúde, articulada em abril de 2020, no início da pandemia do SARS-CoV-2, e que teve o Itaú Unibanco como principal doador.

MISSÃO
Contribuir para a organização, a melhoria e a manutenção de redes e o desenvolvimento de competências que ajudem o Brasil na preparação para epidemias e pandemias e
na resposta em tempo oportuno


VISÃO
Ser uma referência no desenvolvimento e no apoio a ações em vigilância em saúde para prevenir, detectar, comunicar ou responder a ameaças causadas por doenças infecciosas com potencial epidêmico


PILARES
Fortalecimento de redes de vigilância epidemiológica: Ajudar a organizar, integrar, melhorar e manter redes para a obtenção de informações científicas relevantes à saúde pública e para cobrir lacunas relacionadas à baixa capacidade de sequenciamento genômico


Análise de dados: Contribuir para promover análise e integração de bancos de dados para subsidiar políticas públicas baseadas em informações científicas


Formação e informação: Desenvolver profissionais que atuem com vigilância epidemiológica, genômica e análise de dados ligados a doenças infecciosas; tornar públicas as informações científicas

Membros
QUEM FAZ PARTE
Nossa Equipe
Comitê Técnico-Consultivo
Conselho Administrativo
Todos
Mariângela Simão

Mariângela Simão

Diretora-presidente

Foi diretora-geral adjunta da Organização Mundial da Saúde (OMS) responsável pela divisão de Acesso a Medicamentos e Produtos Farmacêuticos e diretora de Direitos Humanos, Gênero, Prevenção e Mobilização Comunitária no Programa das Nações Unidas para o HIV-Aids (Unaids), em Genebra. No Brasil, foi diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais no Ministério da Saúde. Atuou na Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, onde foi diretora do Departamento de Vigilância e Pesquisa, e nas Secretarias Municipais de Saúde de Curitiba e de Maringá. É médica pediatra, com especialização em Saúde Pública e mestrado em Saúde Materno Infantil na Universidade de Londres. 

Vanderson Sampaio

Vanderson Sampaio

Pesquisador científico

É doutor em Medicina Tropical pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), mestre em Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Pará e especialista em Bioinformática pelo Laboratório Nacional de Computação Científica. É professor dos programas de pós-graduação em Biotecnologia e em Saúde Pública na Fiocruz Amazônia e na UEA, onde também é docente da pós de Medicina Tropical. Trabalhou por 15 anos na Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas assessorando os programas de controle de doenças de transmissão vetorial. Foi pesquisador adjunto na Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado em projetos sobre doenças infecciosas.


vanderson.sampaio@itps.org.br

Lattes
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Anderson Fernandes de Brito

Anderson Fernandes de Brito

Pesquisador científico

Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (UnB), fez mestrado em Microbiologia na Universidade de São Paulo (USP) e doutorado em Biologia Computacional no Imperial College London. Foi pesquisador em nível de pós-doutorado na Yale University, onde também presidiu a Associação dos Pós-Doutorandos. Foi diretor-executivo da Associação de Brasileiros Estudantes de Pós-Graduação e Pesquisadores no Reino Unido e vice-presidente da Sociedade Latino-Americana do Imperial College London. É membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Suas principais áreas de atuação são Virologia, Bioinformática, Genômica, Evolução e Epidemiologia.

anderson.brito@itps.org.br

Twitter
Bárbara Aparecida Chaves

Bárbara Aparecida Chaves

Pesquisadora científica

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais, com sanduíche na Universidade de Évora, em Portugal, fez doutorado em Doenças Tropicais e Infecciosas na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), com sanduíche pela John Hopkins Bloomberg School of Public Health, e pós-doutorado na Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado. Suas principais áreas de atuação são interação vetor/patógeno e competência vetorial, vetores de arboviroses e outras doenças transmitidas por vetores, produção e manutenção de insetos e técnicas de biologia molecular e imunoensaio.


barbara.aparecida-chaves@itps.org.br
Bia Reis

Bia Reis

Gerente de comunicação

É jornalista e trabalhou, ao longo de 25 anos, nos mais importantes grupos de comunicação do país, como Folha, Abril, Globo e Estado. Ficou por 12 anos no Estadão, os últimos 4 como editora de Metrópole, responsável pela cobertura de ciência e saúde. Atuou na comunicação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). É especialista em Comunicação com o Mercado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e mestre em História e Estética da Arte pela Universidade de São Paulo (USP).


bia.reis@itps.org.br

LinkedIn
Deney Araújo

Deney Araújo

Pesquisador científico

É doutor em Bioinformática pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Biotecnologia pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e graduado em Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFA). Atua nas áreas de bioinformática e de biologia computacional aplicada à genômica e transcriptômica. Trabalha com o desenvolvimento de ferramentas para integração de big data, como o Tucuxi-Blast. Tem experiência em técnicas de genética molecular, sequenciadores de nova geração, criação de softwares e montagem de clusters de processamentos de dados em larga escala. 


deney.araujo@itps.org.br
Erick Rodrigues de Sousa

Erick Rodrigues de Sousa

Cientista de dados

Engenheiro e cientista da computação, é mestre e doutorando em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Desenvolve intervenções tecnológicas e não farmacológicas para mitigar a transmissão aérea de patógenos, como o SARS-CoV-2, em ambientes internos. É membro do Observatório Covid-19 BR e do Aireamos International. Foi diretor de monitoramento e avaliação de políticas públicas na prefeitura de Goiânia e cientista de dados no governo de Goiás. Atuou como pesquisador e gerente de Data Science, no núcleo de telessaúde e telemedicina de Goiás, durante desenvolvimento de software para o diagnóstico precoce de retinopatia diabética utilizando inteligência artificial.


erick.sousa@itps.org.br
Ester Sabino

Ester Sabino

Pesquisadora científica

É professora associada do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina (FM) da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora de projetos multicêntricos nacionais e internacionais que contam com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos e do Centro de Pesquisa Médica da Inglaterra.


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Helder Nakaya

Helder Nakaya

Pesquisador científico

É pesquisador sênior do Hospital Israelita Albert Einstein e membro do comitê científico da Sociedade Brasileira de Imunologia. É professor adjunto da Universidade Emory, em Atlanta, nos EUA, e foi docente da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) de 2013 a 2021. É membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências (ABC), consultor da Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi, sigla em inglês) e membro do conselho consultivo científico do consórcio europeu da vacina do ebola, do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados e da diretoria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).


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Luana Takessita

Luana Takessita

Sanitarista

Graduada em Enfermagem pela Universidade de São Paulo (USP), é mestre em Ciências da Saúde e doutoranda em Saúde Pública e Epidemiologia pela mesma instituição. É membro do Grupo de Estudos Epidemiológico-Operacional em Tuberculose (GEOTB) da Rede-TB. Atua há dez anos na área de epidemiologia, com enfoque em evidência do mundo real por meio de ferramentas de análises de dados e geoprocessamento cujos resultados possam nortear a implementação de programas e políticas em saúde. Trabalhou no Ministério da Saúde durante a pandemia de covid-19.


luana.seles-alves@itps.org.br
Ludmila Sambiase

Ludmila Sambiase

Assistente de diretoria

Foi secretária executiva bilíngue do Instituto Butantan e assistente administrativa da diretoria do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor). Formada em Design, tem MBA em Marketing e larga experiência em rotinas administrativas, assessoria a executivos e controles internos, incluindo acompanhamento de investimentos e gerenciamento de orçamentos. Atuou com planejamento e organização de eventos corporativos. Possui ainda expertise na área comercial, em prospecção e atendimento ao cliente e acompanhamento no pós-venda. 


ludmila.sambiase@itps.org.br
Marcelo Bragatte

Marcelo Bragatte

Pesquisador científico

Graduado em Ciências Biológicas pela PUC-RS (licenciatura e bacharelado), fez mestrado e cursou doutorado em Genética e Biologia Molecular pela UFRGS. É coordenador em projetos de divulgação científica e análise de dados para qualificação da gestão em saúde.


marcelo.bragatte@itps.org.br
Silvia Ronsom

Silvia Ronsom

gerente de projetos

Trabalha com o desenvolvimento de Sistemas de Gestão da Inovação. Colaborou na estruturação e no desenvolvimento da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), onde atuou durante mais de cinco anos como especialista em Inovação. Possui experiência em projetos de tecnologia da informação em multinacionais, especialmente em soluções ERP, com foco em garantia de qualidade em projetos e gestão de riscos. É mestre e doutoranda pela Escola de Engenharia de São Carlos, na Universidade de São Paulo (USP). 


silvia.ronsom@itps.org.br
Marcia Castro

Marcia Castro

É professora de Demografia e chefe do Departamento de Saúde Global e População na Escola de Saúde Pública de Harvard. É diretora do Programa de Estudos Brasileiros do David Rockefeller Center for Latin American Studies. Suas áreas de pesquisa incluem a identificação de riscos sociais, biológicos e ambientais de doenças transmitidas por vetores, modelos de análise espacial e mortalidade, saúde na Amazônia e políticas de saúde. Graduada em Estatística pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), fez mestrado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e é PhD em Demografia pela Universidade de Princeton. É presidente do comitê científico.

Adalberto Luís Val

Adalberto Luís Val

É pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (INCT-Adapta). Doutor em Biologia de Água Doce e Pesca Interior pelo Inpa, foi diretor-geral da instituição entre 2006 e 2014. É credenciado como professor adjunto da escola de pós-graduação da Universidade de Laval, em Quebec, no Canadá. Entre os diversos prêmios que recebeu está a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico.


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Academia Brasileira de Ciências
Adriano Massuda

Adriano Massuda

É professor da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (EAESP-FGV) e coordenador do Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde (FGV-Saúde). Médico sanitarista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), fez mestrado e doutorado em Saúde Coletiva na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Foi secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde e secretário de Saúde de Curitiba. Foi ainda pesquisador visitante no Departamento de Saúde Global e Populações da Harvard e consultor da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Ana Tereza Ribeiro de Vasconcelos

Ana Tereza Ribeiro de Vasconcelos

É pesquisadora do Laboratório de Bioinformática e da Unidade de Genômica Computacional DFA no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. É professora credenciada na pós-graduação em Modelagem Computacional do LNCC e na de Genética da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atua como vice-presidente da Associação Interciência e na diretoria da Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência (SBPC). Participou da criação e foi a primeira presidente da Associação Brasileira de Bioinformática e Biologia Computacional.

Antonio Silva Lima Neto (Tanta)

Antonio Silva Lima Neto (Tanta)

É secretário de Vigilância da Secretaria da Saúde do Ceará e professor do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza (Unifor). Suas áreas de pesquisa se concentram no campo da epidemiologia, vigilância e controle de doenças transmissíveis. Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará, fez mestrado em Epidemiologia Ambiental na London School of Hygiene & Tropical Medicine, doutorado em Saúde Coletiva na Universidade Estadual do Ceará e pós-doutorado na Escola de Saúde Pública de Harvard. Foi consultor de Doenças Emergentes e Reemergentes do Ministério da Saúde, gerente de Vigilância Epidemiológica de Fortaleza e membro do Comitê Estadual de Enfrentamento da Pandemia de Covid-19.

Marco Aurelio Krieger

Marco Aurelio Krieger

É vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Tem experiência na área de genética, com ênfase em parasitologia molecular. É formado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com mestrado e doutorado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Foi diretor adjunto de Desenvolvimento Tecnológico, Prototipagem e Produção do Instituto Carlos Chagas (ICC) e coordenador técnico da unidade de produção da Fiocruz para diagnóstico de ácido nucleico.

Manoel Barral

Manoel Barral

É pesquisador titular da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia e membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Foi pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), diretor do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e vice-presidente de Educação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Maria Amelia Veras

Maria Amelia Veras

É professora do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, onde coordena o Programa de Pós-Graduação Acadêmico em Saúde Coletiva, e líder do grupo de pesquisa NUDHES (Saúde, Sexualidade e Direitos Humanos da comunidade LGBT+). Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco, é mestre em Medicina Preventiva pela Universidade de São Paulo (USP) e em Saúde Pública pela Universidade da California Berkeley. Fez doutorado em Medicina também na USP e pós-doutorado na University of California San Francisco. É membro do Observatório Covid-19 BR.

Paulo Chapchap

Paulo Chapchap

Foi coordenador do Programa de Transplante de Fígado do Hospital Sírio-Libanês, diretor-geral do mesmo hospital e conselheiro estratégico do Negócio de Hospitais e Oncologia da Dasa. Preside o conselho de administração do ITpS.

 
Claudia Politanski

Claudia Politanski

Integra a mesa diretora do conselho de administração do Hospital Israelita Albert Einstein e o conselho da Escola Alef Peretz. Foi vice-presidente do Itaú Unibanco e líder das áreas de Pessoas, Jurídico, Ouvidoria, Relações Governamentais e Institucionais, Comunicação Corporativa e Marketing. Atuou como secretária do conselho de administração e do comitê executivo do banco. Foi vice-presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Cristiana Toscano

Cristiana Toscano

É professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) e compõe o Grupo Técnico Assessor de Vacinas e Vacinação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e o Grupo Estratégico Internacional de Especialistas em Vacinação da Organização Mundial da Saúde (OMS). É médica infectologista pela Universidade de São Paulo (USP), doutora em Epidemiologia e pós-doutora em Avaliação de Tecnologias em Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). É especialista em Epidemiologia de Campo pelo Epidemic Intelligence Service do Centers for Disease Control and Prevention de Atlanta, nos Estados Unidos, e em Economia da Saúde pela Universidade de York, no Reino Unido. 

Eugênio Vilaça Mendes

Eugênio Vilaça Mendes

É sanitarista, especialista em Planejamento de Saúde pela Escola Nacional de Saúde Pública e doutor em Odontologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É consultor em Saúde Pública e atua junto ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Foi consultor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e prestou assessoria para agências internacionais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Mundial, além de 20 países, todos os Estados Brasileiros e cerca de 500 municípios.

Gonzalo Vecina Neto

Gonzalo Vecina Neto

É professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e do mestrado profissional em Gestão para Competitividade da Fundação Getulio Vargas (FGV). Foi o fundador e o primeiro presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Também foi secretário nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, secretário municipal da Saúde de São Paulo e superintendente do Hospital Sírio-Libanês.

João Fernando Gomes de Oliveira

João Fernando Gomes de Oliveira

É engenheiro mecânico, presidente do conselho de administração da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e membro dos conselhos da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do Insper. Foi diretor-presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e presidente da Embrapii. Pós-doutor pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, é membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academia Internacional de Engenharia de Produção e professor titular aposentado da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP).

Marcia Castro

Marcia Castro

É professora de Demografia e chefe do Departamento de Saúde Global e População na Escola de Saúde Pública de Harvard. É diretora do Programa de Estudos Brasileiros do David Rockefeller Center for Latin American Studies. Suas áreas de pesquisa incluem a identificação de riscos sociais, biológicos e ambientais de doenças transmitidas por vetores, modelos de análise espacial e mortalidade, saúde na Amazônia e políticas de saúde. Graduada em Estatística pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), fez mestrado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e é PhD em Demografia pela Universidade de Princeton.

Pedro Moreira Salles

Pedro Moreira Salles

É copresidente do conselho de administração do Itaú Unibanco Holding e presidente do conselho de administração do Instituto Unibanco. Preside também os conselhos diretor da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), de administração da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) e de administração da Alpargatas S.A. É membro do conselho deliberativo e da assembleia de associados do Insper e do conselho orientador da Fundação Osesp.

Pedro Ribeiro Barbosa

Pedro Ribeiro Barbosa

É diretor presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná, ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e atua como consultor nas áreas de gestão em saúde e inovação. Foi vice-diretor de Desenvolvimento Institucional e Gestão da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), da Fiocruz, diretor executivo da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde, da Fundação de Apoio à Fiocruz (Fiotec), e vice-presidente de Gestão e Desenvolvimento Institucional da Fiocruz.

Associada MANTENEDORA
Fundação Itaú

Fundação Itaú

Fundação Itaú, criada em 2019, busca inspirar e criar condições para promover o desenvolvimento de cada brasileiro como cidadão capaz de transformar a sociedade. A fim de alcançar o propósito mencionado, a Fundação estrutura-se em três vertentes: Itaú Cultural, Itaú Social e Itaú Educação e Trabalho. Por meio de tais frentes, em conjunto com o poder público e outros atores, são construídos programas, ações e conhecimentos múltiplos, tudo de forma viva e dinâmica. Atuando com e para as pessoas, a Fundação Itaú esforça-se para reduzir desigualdades e promover um país cioso de suas mais diversas potencialidades em que todo brasileiro tenha acesso à saúde, à cultura e à educação.

Associados EFETIVOS
Academia Brasileira de Ciências

Academia Brasileira de Ciências

Fundada em 1916, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) é uma das mais antigas associações de cientistas no país e está entre as mais prestigiosas. É uma entidade independente, não governamental e sem fins lucrativos. Com o objetivo de desenvolver a ciência no Brasil, a ABC contribui para o estudo de questões importantes para a sociedade brasileira e dá subsídios científicos para a formulação de políticas públicas. Tem grupos de trabalho sobre a Amazônia, ciência aberta e vacinas, entre outros temas. Acompanha as principais ações dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário principalmente no que se refere à execução da Política Nacional de Ciência e Tecnologia.  

Academia Nacional de Medicina

Academia Nacional de Medicina

Contribuir para o estudo, a discussão e o desenvolvimento das práticas da medicina, cirurgia, saúde pública e ciências afins, além de servir como órgão de consulta do governo brasileiro. Essas são as missões da Academia Nacional de Medicina (ANM), que foi fundada em 30 de junho de 1829, sob o reinado do imperador D. Pedro I. Ao longo das décadas de existência, a entidade mudou duas vezes de nome, mas continua sendo regida sob os mesmos princípios. Atualmente, promove cursos de extensão e atualização, seminários, congressos, webinários e atividades de divulgação científica, além de premiações relevantes anuais para destacar o trabalho de médicos e pesquisadores.

Faculdade de Medicina da USP

Faculdade de Medicina da USP

Fundada em 1912, a Faculdade de Medicina passou a fazer parte da Universidade de São Paulo (USP) em 1934 e hoje oferece cinco graduações: Medicina, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional e Física Médica. Também conta com 27 programas de mestrado e doutorado, 62 de residência médica e outros 14 de residência profissional. A FMUSP é um dos maiores centros de pesquisas médico-científicas do Brasil: todos os anos são publicados cerca de 1,3 mil artigos científicos de estudos desenvolvidos em sua estrutura. A faculdade tem ainda o Hospital das Clínicas, o maior da América Latina, que reúne oito institutos, entre eles os renomados Institutos do Coração e do Câncer.

Instituto de Biologia Molecular do Paraná

Instituto de Biologia Molecular do Paraná

Ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) é uma instituição privada sem fins lucrativos que atua no desenvolvimento tecnológico, na inovação e na produção industrial, levando soluções de diagnóstico para as saúdes pública e privada. O IBMP trabalha para desenvolver biomoléculas, que podem ser utilizadas no tratamento de doenças, como as crônico-degenerativas; de testes diagnósticos de imunoensaio, que detectam a resposta imunológica; e de testes diagnósticos moleculares, que identificam DNA ou RNA dos alvos selecionados. Durante a pandemia de covid-30, o IBMP produziu e entregou para o Sistema Único de Saúde cerca de 30 milhões de testes rápidos.

Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

Fundada em 1955, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein é uma sociedade civil sem fins lucrativos que se dedica a assistência de saúde pública e privada, serviços de medicina diagnóstica, educação, pesquisa, consultoria, inovação e projetos sociais. A instituição tem sede em São Paulo e está presente nos estados do Rio de Janeiro, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Pará, Pernambuco e Distrito Federal. A assistência privada de saúde é oferecida em 16 unidades, das quais 14 na cidade de São Paulo. No âmbito da saúde pública, a instituição administra 28 unidades em São Paulo e uma em Mogi das Cruzes (SP). Há também nove centros educacionais.

Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês

Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês

Instituição filantrópica centenária, a Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês atua para oferecer e compartilhar uma assistência médico-hospitalar de excelência, humanizada e individualizada em mais de 60 especialidades. São quatro pilares: Integração com a Comunidade, Ambulatórios de Filantropia, Instituto Sírio-Libanês de Responsabilidade Social e Projetos de Apoio ao SUS. Em Ensino e Pesquisa, a instituição contribui para o desenvolvimento de profissionais de saúde e da ciência, por meio de pós-graduação, residência médica e profissional, cursos de atualização e pesquisas. Tem ainda 2 hospitais e 5 unidades em São Paulo e em Brasília.

NOSSA TRAJETÓRIA

História: uma aliança contra a covid-19

O Instituto Todos pela Saúde (ITpS) já nasceu com uma história: sua origem é a iniciativa Todos pela Saúde, criada em abril de 2020, quando o Brasil ainda dava os primeiros passos no combate à pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2).

A aliança originou-se a partir de uma doação de R$ 1 bilhão feita pelo Itaú Unibanco – a maior quantia já destinada por uma organização privada a uma causa social no Brasil – e depois recebeu novos aportes dos acionistas, de empresas e pessoas físicas, alcançando um total de R$ 1,2 bilhão. A instituição convidou um grupo de especialistas da área da saúde, que ficou responsável por definir as diretrizes para a aplicação dos recursos.

Além dos especialistas, a iniciativa Todos pela Saúde juntou diversas instituições que também se envolveram no combate à pandemia.



Ações em quatro eixos

Com o SARS-CoV-2 se alastrando pelo Brasil e deixando milhares de doentes e mortos, os especialistas da iniciativa Todos pela Saúde estruturaram quatro eixos de atuação, que foram operacionalizados no âmbito da Fundação Itaú para a Educação e Cultura:
1
informar
saiba mais
As ações desse pilar tiveram o objetivo de informar a população
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Tira-dúvidas com o dr. Drauzio Varella

Vídeos com o médico Drauzio Varella tiraram dúvidas sobre uso da máscara e indicaram medidas para a população se proteger da covid-19.
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WhatsApp na campanha

O WhatsApp também foi usado para tirar dúvidas da população. Bastava enviar uma mensagem para o número indicado que a iniciativa Todos pela Saúde respondia.
WhatsApp na campanha
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O dia em que até o protetor se protegeu

Na noite de 3 de maio de 2020, projeções feitas no Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, chamaram a atenção para a importância do uso da máscara.
4

Canto pela máscara

No clipe Quem usa máscara salva, os cantores Ivete Sangalo e Luan Santana levaram a mensagem para a população. No YouTube, o vídeo teve mais de 7,5 milhões de visualizações.
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proteger
saiba mais
As ações desse pilar tiveram o objetivo de proteger a população
1

Processamento de testes

Em parceria com a Fiocruz, o Todos pela Saúde viabilizou duas unidades dos centros de processamento de testes PCR e de sorologia para o SARS-CoV-2, no Rio de Janeiro (RJ) e em Eusébio (CE). Com capacidade diária para até 25 mil testes PCR e 24 mil testes sorológicos em todo o país, os dois centros deixaram um legado para a detecção de outras doenças.
Processamento de testes
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Distribuição de máscaras

Para proteger a população que precisou sair de casa no primeiro ano da pandemia, a iniciativa Todos pela Saúde distribuiu mais de 14 milhões de máscaras em todo o país, como nas estações das linhas 1, 2 e 4 da concessionária MetrôRio, no Rio de Janeiro.
Distribiuição de máscaras
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Equipamentos de proteção individual e hospitalares

O Todos pela Saúde comprou mais de 90 milhões de equipamentos de proteção individual (EPIs) e hospitalares e os distribuiu em todo o Brasil. Entre os equipamentos adquiridos estavam 105 mil oxímetros, aparelho que mede a taxa de saturação sanguínea e que se tornou um importante aliado na triagem dos pacientes com suspeita de covid-19. Os oxímetros chegaram a mais de 5 mil municípios brasileiros.
Equipamentos de proteção individual e hospitalares
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Alcance nacional

As entregas de EPIs e de materiais hospitalares ocorreu em todo o Brasil, de acordo com o mapa a seguir:
Alcance nacional
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cuidar
saiba mais
As ações desse pilar tiveram o objetivo de cuidar da população
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Gerenciamento de crise

A iniciativa Todos pela Saúde e o Hospital Sírio-Libanês criaram 27 gabinetes de crise e uma ferramenta que fez o gerenciamento diário de mais de 300 hospitais espalhados pelo Brasil, com impacto em mais de 58 mil leitos. Foram mais de 30 mil horas de dedicação de 130 profissionais, entre médicos, especialistas em processos, técnicos de referências e agentes do Todos pela Saúde. A ação promoveu um entendimento mais aprofundado do gerenciamento da demanda de leitos de internação e UTI, do consumo e da tendência de uso de EPIs, dos equipamentos disponíveis, do dimensionamento da equipe ativa nos centros de saúde, e da quantificação de dados de altas e óbitos em UTIs e enfermarias.
Gerenciamento de crise
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Centros de acolhimento

Foram abertos 1,6 mil leitos em sete centros de acolhimento para pessoas infectadas pelo novo coronavírus nos estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, São Paulo e Rio Grande do Sul. Os locais foram adaptados e reformados para receber pacientes com sintomas leves, encaminhados pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) mais próximas. O objetivo era permitir o isolamento social aos moradores contaminados, que tinham apoio de assistentes sociais, cuidadores e acompanhamento médico via telemedicina, além de cinco refeições ao dia e roupas doadas. O investimento total foi de R$ 30 milhões.
Centros de acolhimento
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Apoio a Instituições de Longa Permanência para Idosos

A iniciativa Todos pela Saúde apoiou 1,6 mil Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), beneficiando mais de 50 mil pessoas, entre profissionais e idosos. Houve a distribuição de 30 milhões de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e de mais de 800 mil itens de higiene (álcool em gel e líquido, sabonete líquido, hipoclorito e papel toalha), além de materiais informativos sobre a utilização correta dos EPIs e testes para covid-19.
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Apoio ao diagnóstico

O RadVid-19 foi uma ação organizada por radiologistas de todo o país, liderada pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), para ajudar profissionais da saúde no diagnóstico de casos de covid-19. O projeto coletou exames de raio X e tomografia confirmados ou suspeitos de infecção pelo SARS-CoV-2 e os depositou em uma plataforma, dando origem a um repositório de casos.

O estado do Amazonas recebeu ainda três usinas de produção de oxigênio.
Doação de equipamentos hospitalares
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Doação de equipamentos hospitalares

A iniciativa Todos pela Saúde doou 199 equipamentos hospitalares de suporte à vida, sendo 49 monitores cardíacos, 80 respiradores para o transporte de pacientes e 70 para Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Os equipamentos foram distribuídos entre 15 secretarias estaduais de saúde, do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
199 equipamentos hospitalares doados
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preparar
saiba mais
As ações desse pilar tiveram o objetivo de ajudar a preparar o país para a retomada
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Pesquisas científicas

A iniciativa Todos pela Saúde investiu R$ 35 milhões no desenvolvimento de pesquisas científicas que beneficiaram toda a população brasileira. Foram elas:
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Produção de vacinas

O Todos pela Saúde, em iniciativa em envolveu outras empresas e fundações, destinou R$ 100 milhões para financiar a produção de vacinas contra a covid-19 na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, e no Instituto Butantan, em São Paulo.
Produção de vacinas
Em 26 de fevereiro de 2021, o Todos pela Saúde se transformou no Instituto Todos pela Saúde (ITpS), com uma missão ainda mais desafiadora: ajudar o Brasil a desenvolver e articular um sistema de vigilância epidemiológica de modo a preparar o país para os próximos surtos, epidemias e pandemias.

Nos dois primeiros anos, o imunologista Jorge Kalil, professor doutor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), esteve à frente do ITpS e estruturou as bases de atuação da instituição, com o estabelecimento dos três pilares, e difusão para a sociedade das ações desenvolvidas.

Em fevereiro de 2023, a médica pediatra e sanitarista Mariângela Simão, que atuou durante 30 anos no sistema público de saúde brasileiro e foi diretora-geral adjunta da Organização Mundial de Saúde (OMS) para Acesso a Medicamentos e Produtos Farmacêuticos, assumiu como diretora-presidente do ITpS.
Instituto Todos pela Saúde (ITpS) Av. Paulista, 1.938 – 16º andar
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